quarta-feira, 16 de julho de 2008

EC proposes to increase copyright term

EC proposes to increase copyright term

Wednesday July 16, 2008

Internal Market and Services Commissioner Charlie McCreevy’s long-awaited proposal to extend copyright term has finally been adopted by the EC today.

The extension seeks to extend the term of protection for recorded performances and the record itself from 50 to 95 years. The extended term would benefit performers and producers who could continue earning money over an additional 45 year period.

In addition, the EC has proposed a uniform way of calculating the term of protection for a musical composition, which contains the contributions of several authors. According to the proposed rule, the term of protection of a musical composition shall expire 70 years after the death of the last surviving author, be it the author of the lyrics or the composer of the music.

"I am committed to concentrate all necessary efforts to ensure that performers have a decent income and that there will be a European-based music industry in the years to come," says McCreevy, who signposted the move to increase term in February.

In parallel to this move, the Commission has also adopted a Green Paper on Copyright in the Knowledge Economy. With this Green Paper, the Commission plans to have a structured debate on the long-term future of copyright policy.

In particular, the Green Paper is an attempt to structure the copyright debate as it relates to scientific publishing, the digital preservation of Europe's cultural heritage, orphan works, consumer access to protected works and the special needs for the disabled to participate in the information society.

McCreevy adds, "The copyright measures adopted today should underline that we take a holistic approach when it comes to intellectual property. The proposal on term extension has a strong social component and the Green Paper is deeply embedded in the overall societal and knowledge context".

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Socialismo 2008




http://socialismo2008porto.blogspot.com/

domingo, 13 de julho de 2008

Correio da Manhã lidera diários

Bareme Imprensa: Correio da Manhã lidera diários

11 de Julho de 2008 , por Maria João Morais

O Correio da Manhã mantém-se na liderança do segmento dos diários generalistas no segundo trimestre de 2008 com uma audiência de 11%. De acordo com a última vaga do Bareme Imprensa, referente ao segundo trimestre, o valor representa, contudo, uma queda relativamente à vaga anterior (-0,9%) e face ao trimestre homólogo (-6,78%). Quebra mais acentuada é a do concorrente directo, o Jornal de Notícias, que desce 2,78% relativamente ao trimestre anterior e 7,08% face à vaga homóloga, para se fixar nos 10,5% de audiência.O terceiro diário generalista mais lido no segundo trimestre deste ano é o gratuito Metro. Com 7,8%, o título mostra uma subida de 8,33% em relação à última vaga e de 4% face ao período homólogo. De perto segue o Destak que, com uma audiência de 7,3% sobe 1,39% comparativamente com a vaga homóloga, embora apresente uma variação negativa de 1,35% relativamente ao primeiro trimestre deste ano. O Global Notícias posiciona-se como o quinto generalista com maior audiência, com 5%. O título gratuito da Controlinveste mostra, no entanto, uma descida de 1,96% face à última vaga.

De seguida encontra-se o Público com uma audiência de 4,5%. O título da Sonaecom apresenta variações positivas tanto em relação à vaga anterior (9,76%) como em relação ao período homólogo (2,27%). A maior subida é a do Diário de Notícias, que com uma audiência de 4,1%, cresce 20,59% relativamente à última vaga e 5,13% face ao período homólogo. Em sentido ascendente está ainda o 24horas. Com 2,9%, o título sobe 11,54% quando comparado com o primeiro trimestre do ano e 3,57% face à vaga homóloga. A fechar a tabela está o gratuito Meia Hora com uma audiência de 2,6%, uma subida de 4% face à vaga anterior.

Semanários: Sexta acima do Sol
Nos títulos semanários generalistas, o Expresso conserva a liderança destacada com uma audiência de 8,3%, uma subida de 1,22% relativamente à vaga anterior e de 15,28% face ao trimestre homólogo. Na segunda posição figura o gratuito Sexta com uma audiência de 2,9%. A subida trimestral de 81,25% garante ao título da Sonaecom e da Sociedade Vicra Desportiva uma posição acima do Sol que, com 2,6% sobe 4% comparativamente com a vaga anterior, mas apresenta uma quebra homóloga de 3,7%.

Newsmagazines: segmento em queda
As newsmagazines apresentaram na sua generalidade quedas de audiências no segundo trimestre de 2008. Ainda líder destacada, a Visão fixa-se nos 6,9%, mas cai 18,82% face à vaga anterior e 14,81% em relação ao trimestre homólogo. No segundo posto, a Sábado é a única que sobe relativamente ao trimestre homólogo (18,52%), mas desce face à vaga anterior (-8,57%). Finalmente, a Focus tem uma variação homóloga negativa de 23,08% e cai 28,57% face à vaga anterior para se fixar numa audiência de 1%.

Internet: pontos públicos de ligação sem fios duplicam nos últimos três anos

Mais de 1600 hotspots wi-fi
Internet: pontos públicos de ligação sem fios duplicam nos últimos três anos
13.07.2008 - 10h07 Lusa
Restaurantes, cafés, hotéis, centro comerciais, praças e espaços culturais e desportivos concentram os mais de 1600 pontos públicos de acesso sem fios à Internet ("hotspots wi-fi") em Portugal, o dobro do número registado há apenas três anos.

Actualmente instalada em quase 232 mil pontos pagos ou gratuitos de 134 países, segundo dados da JiWire - entidade internacional que identifica "hotspots" - a tecnologia "wi-fi" permite o acesso em banda larga via rádio até uma distância de 100 a 300 metros. Com um portátil, o utilizador pode trabalhar "online" fora do escritório ou de casa, sem perdas de tempo e podendo optar pelo local que lhe for mais conveniente.

Em Portugal, o serviço começou a ser comercializado em 2004 pela PT Wi-Fi, empresa do grupo Portugal Telecom e actual líder do mercado, cuja rede "wi-fi" da TMN integra mais de 1500 zonas, 143 das quais resultantes de parcerias estratégicas específicas e, por isso, gratuitas.

A Central de Camionagens de Vendas Novas, a Biblioteca Municipal de Vila do Conde, a Casa da Cultura de Mora, 119 restaurantes McDonalds, o Jardim Municipal do Mourão, as Piscinas Municipais de Viana do Alentejo, os Paços do Concelho de Cantanhede e o Posto de Turismo da Figueira da Foz são alguns dos locais onde qualquer cibernauta se pode ligar à Internet sem quaisquer custos.

"A utilização do serviço tem tido grande adesão por parte dos utilizadores. Estamos constantemente a aumentar o nosso número de zonas 'wi-fi'. No ano passado houve um acréscimo de 300 novas zonas e para 2008 prevê-se um acréscimo idêntico", explica um responsável da PT Wi-Fi, que instalou o primeiro ponto de acesso no aeroporto de Lisboa.

"Muitas empresas contactam a TMN para a realização de parcerias para a disponibilização do serviço no seu espaço, como factor diferenciador face à concorrência e para ir ao encontro das necessidades dos clientes. Outras vezes é a TMN que identifica os locais com potencial e propõe uma parceria", acrescenta.

Também a Vodafone tem vindo a aumentar a quantidade de "hotspots", totalizando hoje 147 locais, com especial incidência em hotéis (cerca de 100).

O serviço está também disponível, por exemplo, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada, na Marina de Portimão, no Centro Cultural de Belém, no Autódromo do Estoril, no Teatro Micaelene e nos estádios do Algarve, da Luz, de Aveiro, do Bessa e de Braga.

Numa informação enviada à Lusa, a Vodafone refere, no entanto, que a eventual oferta da ligação é da responsabilidade dos parceiros com quem contratualiza a exploração, pelo que a operadora de telecomunicações não possui uma lista dos "hotspots" gratuitos para o público.

No caso da Optimus/Clix/Novis, da Sonae, a extensão da rede "wi-fi" não registou alterações significativas nos últimos três anos -- quem tiver um portátil pode continuar a aceder gratuitamente à Internet em vinte centros comerciais daquele grupo empresarial, como o AlgarveShopping, o GuimarãesShopping ou o Parque Atlântico (Ponta Delgada).

Somadas as três principais operadoras de telecomunicações, os portugueses têm à disposição mais de 1660 pontos públicos de acesso sem fios, cerca do dobro dos menos de 900 que a consultora Internacional Data Corporation (IDC) registava em 2005.

Na altura, também a líder de mercado, a PT Wi-Fi, possuía metade das áreas actuais (750).

Apesar do aumento, Portugal ainda não integra a lista dos dez países com maior número de "hotspots", na qual os Estados Unidos (com mais de 62.700) e a Suíça (com quase 4.000) ocupam, respectivamente, a primeira e a décima posições.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Cuidado com o que vê no YouTube

Tribunal ordenou à Google que revele à Viacom os dados dos utilizadores que colocaram e viram vídeos ilegais


Quem viu, mesmo sem saber, um vídeo no YouTube contendo imagens publicadas sem o pagamento dos direitos de autor, corre o risco de ser investigado. Um tribunal norte-americano ordenou esta quinta-feira à Google que revele à Viacom o histórico de navegação no YouTube e a identificação dos computadores de todos que viram os 160 mil vídeos em causa.

A decisão surgiu na sequência de um processo movido pela Viacom, dona da MTV e dos estúdios de cinema Paramount e DreamWorks, contra o Google, dono do popular site de vídeos. O Youtube é acusado de permitir a veiculação de 160 mil excertos de programas produzidos pela Viacom, sem pagar os direitos de autor.

A empresa disse que não quer punir quem assistiu aos vídeos e vai manter o sigilo. Quer apenas usar as informações como provas contra o Google. A decisão do tribunal provocou protestos: grupos de defesa dos direitos digitais consideram que é um atentado à privacidade de quem usa a net.

A decisão é de primeira instância e os advogados do Google podem recorrer e recordam que recolher todos os dados exigidos será caro e moroso. São 12 Terabytes de informações, o suficiente para preencher as páginas de doze mil livros.



quinta-feira, 3 de julho de 2008

Shakira em negociações com a Live Nation

Shakira está em negociações com a Live Nation. A promotora pretende assinar um contrato que inclui digressões, gravação de discos e merchandising.

A Live Nation organizou a etapa americana da Oral Fixation Tour da cantora colombiana, que decorreu no ano passado. O contrato de Shakira com a Epic, uma subsidiária da editora Sony BMG prevê, ainda, a edição de dois discos, um em inglês e outro em espanhol, bem como o lançamento de uma colectânea.
02-07-2008

domingo, 29 de junho de 2008

A Profissionalização da Alma


João Tovar
Quando se começa a falar em profissionalização numa determinada área de actividade, significa usualmente que estamos a meio caminho entre caos e estandardização. Durante os últimos vinte anos, as profissões ligadas às artes e cultura, duma forma geral, funcionavam quase como um gueto, suportado ao nível do ensino apenas por conservatórios, escolas de belas artes e pouco mais. Exemplos de algumas excepções incluíram o ARCO, a Cooperativa Árvore e a Escola Superior de Teatro e Cinema. E ao nível do estatuto profissional, legislação e condições materiais destas profissões, o panorama era pouco menos do que marginal. Nos últimos dez anos, o panorama tem vindo a inverter-se ao nível do ensino e formação, com o reforço do papel dos institutos politécnicos (um bom exemplo é o da ESAD integrada no Instituto Politécnico de Leiria) e o aparecimento de ofertas ao nível da formação profissional (ETIC e mais recentemente a Restart são claros exemplos, sem esquecer o esforço de várias associações culturais e artísticas). Mais recentemente, o declínio da população mais jovem e o processo de Bolonha estão também a obrigar a que as Universidades, em cursos desta área, se adaptem a um ensino mais ligado à comunidade e mais prático. Ao nível da profissionalização, o recente movimento pela melhoria das condições materiais de trabalho e de legislação já teve uma expressão marcada, e a intervenção dos profissionais ligados à cultura começa a ter peso e influência política (ao nível das políticas e da actuação dos ministros na área, p.e.). Um dos próximos passos será com certeza a criação de mais e melhores associações profissionais que funcionem, não só ao nível reivindicativo mas também pró-activas ao nível da formação, ligação a outras associações nacionais e internacionais, diálogo com o poder político e ainda relação com as empresas e comunidade em geral. Outros passos importantes serão a melhor definição e protecção do estatuto dos vários profissionais na área cultural, formação e ensino em constante diálogo e adaptação às verdadeiras necessidades e especificidades desta área e, nos próximos anos, melhorar as competências de gestão e comunicação cultural, permitindo assim a sustentabilidade financeira e a criação de novos públicos sem nunca perder espaço para a criação e a experimentação. Finalmente, falta apenas falar do essencial sobre a profissionalização que é a vocação. A cultura e arte dos povos sempre se fez por impulsos, vagas e reacções às normas e cristalizações da comunidade, começando muitas vezes marginalmente e por paixão e inconformismo. Seja na criação, produção, comunicação ou técnica, os verdadeiros profissionais e amadores da cultura movem-se por vocação, paixão e total empenho. Tudo o resto, incluindo a profissionalização, vem atrás. Eu diria portanto, que o que urge é a profissionalização da Alma.

João Tovar
Nasceu em 1967. Tem bacharelato em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema e cursou diversos workshops e seminários. A sua experiência profissional tem sido desenvolvida em várias funções nas áreas de televisão, publicidade e cinema. Entre 1998 e 2001 foi director das revistas Videoplus, Page e Áudio Profissional. Desde 1995 dá formação nas áreas de som, imagem, multimédia e eventos. Actualmente é director geral da Restart (desde 2003).

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Making Friends with Jarvis Cocker: Music Culture in the Context of Web 2.0


David Beer
York St John University, d.beer@yorksj.ac.uk

The movement toward what has been described as Web 2.0 has brought with it some significant transformations in the practices, organization and relations of music culture. The user-generated and web-top applications of Web 2.0 are already popular and widely used, the social networking site MySpace already having more than 130 million members worldwide. By focusing specifically upon the presence of the popular music performer Jarvis Cocker across various Web 2.0 applications, this article seeks to open up a series of questions and create opportunities for research into what is happening in contemporary music culture. This exploratory article lays out an agenda for research into music culture and Web 2.0 that is not only concerned with the implications of Web 2.0 for music, but which also attempts to understand the part played by music in making the connections that form the collaborative and participatory cultures of Web 2.0 and the flickering friendships of social networking sites.


Key Words: friendship • music • music culture • MySpace • social networking sites • Web 2.0 • Wikipedia • Youtube

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Grupo Renascença prepara empresa de entretenimento

23 de Junho de 2008, por Ana Marcela

O Grupo Renascença está a ultimar a constituição de uma nova área de negócio. A informação foi confirmada ao M&P por Luís Alvito, administrador com o pelouro do desenvolvimento de novos negócios. “Confirmo que o grupo Renascença está a desenvolver todos os esforços para criar uma nova empresa que irá trabalhar em novas áreas de negócio”, revela o responsável do grupo radiofónico, precisando, quando instado pelo M&P, que esta iria actuar na “área do entretenimento e formação”. O responsável escusou-se, todavia, a adiantar mais informação sobre o projecto, já que o mesmo se encontra numa fase de confirmação de registos comerciais e constituição de equipa, revelando apenas que, a manter-se o cronograma, o projecto deverá ser anunciado “em breve”.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Bem-vindo ao novo estilo de vida nômade

09/06/2008

PATRICIA SANTOS/AE
PERNAS PARA O AR - Para se inspirar em projetos arquitetônicos, a estudante Rita Wu se serve da vista (e da conexão Wi-FI) do Parque da Luz

Com acesso à tecnologia, cada vez mais pessoas rompem com a rotina casa-emprego e vivem e trabalham de qualquer lugar

FILIPE PACHECO E LUCAS PRETTI

Até pouco tempo atrás, o café da Pinacoteca do Estado, com vista para o luxuriante Parque da Luz, em São Paulo, era o cenário ideal para passear, beber ou comer algo e descansar entre uma obra de arte e outra. Isso antes de ser ocupado por pessoas como a garota da foto ao lado. Sem ninguém perceber, ela transformou a Cafeteria em escritório, sala, biblioteca, loja de música, faculdade...

Soa estranho, mas a motivação da estudante de arquitetura Rita Wu, de 22 anos, é a mesma de um homem pré-histórico. Como há 6 mil anos, ela carrega ferramentas pessoais (laptop, celular, iPod) para garantir sua sobrevivência em qualquer lugar, sem criar raízes. Pessoas como Rita ganharam terminologia própria: nômades, a vanguarda digital que pode alterar para sempre a vida em sociedade.

O termo foi cunhado em abril pela revista britânica The Economist, umas das mais respeitadas do mundo. O conceito por trás desse novo nomadismo é o avanço da tecnologia em direção à mobilidade, que permite estarmos em qualquer lugar a partir de qualquer lugar. É justamente como vive Rita Wu.

Ela sai da faculdade e, quando precisa entregar projetos encomendados por escritórios de engenharia, vai ao museu “para se inspirar”. Chega ao jardim, conecta-se à internet sem fio e tem todas as pessoas de que precisa a um clique de distância. Também estão ao alcance seus outros trabalhos e a vastidão da web. Rita trabalha, conversa, estuda. Com o luxo de fazer tudo isso com as pernas literalmente para o ar, ouvindo os passarinhos.

Rita não é a única e muito menos exceção. Ainda não há levantamentos precisos sobre quantos são os novos nômades, mas estatísticas apontam crescimento exponencial de equipamentos móveis. No Brasil, de janeiro a março foram vendidos 644 mil notebooks, índice 165% superior ao do mesmo período de 2007, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

A consultoria de telecomunicações Teleco estima que o País deve terminar 2008 com uma base de 146 milhões de celulares em operação – quase um por pessoa –, 21% a mais do que no ano passado. Os números mostram realmente que a mobilidade é uma tendência irreversível do século 21.

Esta edição do Link apresenta o nomadismo digital e mostra exemplos do novo estilo de vida propiciado pela conectividade full-time. Se quiser fazer parte do clube, também ensinamos a se equipar como um nômade e avaliamos onde se conectar pelas ruas de São Paulo. E, claro, mostramos mais pessoas como Rita.