Mostrar mensagens com a etiqueta eventos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eventos. Mostrar todas as mensagens

sábado, 9 de agosto de 2008

Rock in Rio em notícias

Rock in Rio em notícias

A MediaMonitor fez o balanço da exposição mediática do Rock in Rio Lisboa 2008. Confira os números.

Cobertura Noticiosa, Marktest.com, 7 Agosto 2008

Lisboa recebeu mais uma edição do festival Rock in Rio, este ano sob a égide Por um Mundo melhor, que contou com a presença de 60 artistas divididos pelos 3 palcos da cidade do rock. O evento decorreu no Parque da Bela Vista nos dias 30 e 31 de Maio, e 1, 5 e 6 de Junho.

Desde Setembro de 2007 que o evento começou a ser comunicado e nos dez meses que separaram esta data da realização do evento foram geradas 6111 notícias/transmissões asso

ciadas ao evento. A Imprensa representou 35% das notícias geradas pelo evento, seguindo-se a Televisão com 26% de notícias. A Internet representou 26% das notícias sobre o evento e finalmente a Rádio foi responsável por 7% das notícias.


Dos patrocinadores, Millennium bcp como patrocinador principal e Vodafone, Seguro Directo, Toyota e a Sumol/7up como os outros patrocinadores, destaca-se a Vodafone como o patrocinador mais vezes referenciado nas notícias relacionadas com o evento em Televisão. Neste meio, as notícias com referências aos patrocinadores representaram 32% do total de notícias sobre o Rock in Rio, num total de 672 notícias.

Em Imprensa foi o Millennium bcp a recolher o maior número de referências das 210 notícias que incluem os patrocinadores.


Em Internet, a Vodafone registou o maior número de referências, com 35% das notícias onde os patrocinadores são citados.


Análise realizada pela MediaMonitor com base em dados retirados do MMW/Eventos.


sábado, 26 de julho de 2008

Optimus Alive recebeu 6 mil estrangeiros

Optimus Alive recebeu 6 mil estrangeiros
(2008-07-18)

O festival de música Optimus Alive recebeu quase 6 mil estrangeiros, anuncia a organização Everything is New.

Como curiosidade revelamos a lista das proveniências do público: Africa do Sul, 2, Alemanha, 39, Austrália, 76, Áustria, 33, Bélgica, 1, Brasil, 29, Canadá, 36, Chipre, 3, Croácia, 4, Dinamarca, 23, Emirados Arabes Unidos, 2, Escócia, 19, Eslováquia, 3, Eslovenia, 2, Espanha, 3503, Estados Unidos América, 45, Finlandia, 14,
França, 189, Grécia, 9, Holanda, 29, Inglaterra, 1533, Irlanda, 96, Israel, 10, Itália, 66, Japão, 3,
Lituânia, 1, Luxemburgo, 2, Malta, 3, Noruega, 51,
Nova Zelandia, 11, Polónia, 5, República Checa, 9, Roménia, 10, Suécia, 48, Suiça, 47, Ucrânia, 4.

domingo, 29 de junho de 2008

A Profissionalização da Alma


João Tovar
Quando se começa a falar em profissionalização numa determinada área de actividade, significa usualmente que estamos a meio caminho entre caos e estandardização. Durante os últimos vinte anos, as profissões ligadas às artes e cultura, duma forma geral, funcionavam quase como um gueto, suportado ao nível do ensino apenas por conservatórios, escolas de belas artes e pouco mais. Exemplos de algumas excepções incluíram o ARCO, a Cooperativa Árvore e a Escola Superior de Teatro e Cinema. E ao nível do estatuto profissional, legislação e condições materiais destas profissões, o panorama era pouco menos do que marginal. Nos últimos dez anos, o panorama tem vindo a inverter-se ao nível do ensino e formação, com o reforço do papel dos institutos politécnicos (um bom exemplo é o da ESAD integrada no Instituto Politécnico de Leiria) e o aparecimento de ofertas ao nível da formação profissional (ETIC e mais recentemente a Restart são claros exemplos, sem esquecer o esforço de várias associações culturais e artísticas). Mais recentemente, o declínio da população mais jovem e o processo de Bolonha estão também a obrigar a que as Universidades, em cursos desta área, se adaptem a um ensino mais ligado à comunidade e mais prático. Ao nível da profissionalização, o recente movimento pela melhoria das condições materiais de trabalho e de legislação já teve uma expressão marcada, e a intervenção dos profissionais ligados à cultura começa a ter peso e influência política (ao nível das políticas e da actuação dos ministros na área, p.e.). Um dos próximos passos será com certeza a criação de mais e melhores associações profissionais que funcionem, não só ao nível reivindicativo mas também pró-activas ao nível da formação, ligação a outras associações nacionais e internacionais, diálogo com o poder político e ainda relação com as empresas e comunidade em geral. Outros passos importantes serão a melhor definição e protecção do estatuto dos vários profissionais na área cultural, formação e ensino em constante diálogo e adaptação às verdadeiras necessidades e especificidades desta área e, nos próximos anos, melhorar as competências de gestão e comunicação cultural, permitindo assim a sustentabilidade financeira e a criação de novos públicos sem nunca perder espaço para a criação e a experimentação. Finalmente, falta apenas falar do essencial sobre a profissionalização que é a vocação. A cultura e arte dos povos sempre se fez por impulsos, vagas e reacções às normas e cristalizações da comunidade, começando muitas vezes marginalmente e por paixão e inconformismo. Seja na criação, produção, comunicação ou técnica, os verdadeiros profissionais e amadores da cultura movem-se por vocação, paixão e total empenho. Tudo o resto, incluindo a profissionalização, vem atrás. Eu diria portanto, que o que urge é a profissionalização da Alma.

João Tovar
Nasceu em 1967. Tem bacharelato em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema e cursou diversos workshops e seminários. A sua experiência profissional tem sido desenvolvida em várias funções nas áreas de televisão, publicidade e cinema. Entre 1998 e 2001 foi director das revistas Videoplus, Page e Áudio Profissional. Desde 1995 dá formação nas áreas de som, imagem, multimédia e eventos. Actualmente é director geral da Restart (desde 2003).

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Impresa entra na produção de eventos

15 de Fevereiro de 2008 , por Maria João Morais

logo_actingout.jpgA Impresa lançou uma nova área de negócio dedicada à criação e produção de eventos, designada ActingOut. A nova empresa, que foi ontem apresentado, é fruto de uma parceria entre o grupo de Francisco Pinto Balsemão e a empresa espanhola Elsinor, dedicada à produção de eventos, criação de espectáculos e estratégia cultural. A distribuição das participações na ActingOut divide-se em 60% para a Impresa e 40% para a Elsinor. A Impresa comprou ainda uma participação de 20% na Castillo de Elsinor, mantendo a opção de aumentar a quota para mais 20% a partir do ano de 2010. Segundo comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o investimento da Impresa nas duas operações cifrou-se nos 1,6 milhões de euros.

Eventos de rua, para empresas ou instituições, manifestações culturais como concertos, óperas ou teatros; produção de programas já formatados para televisão; grandes produções de formatos próprios, e serviços como propostas de patrocínios e parcerias ou agenciamento, são algumas das principais áreas onde a ActingOut se vai posicionar.

A direcção-geral é assumida por Mónica Balsemão, que fica à frente de uma equipa de cinco pessoas e se mantém como directora de marketing da Impresa Jornais. A responsável frisou que a ActingOut se vai distinguir no mercado porque além de produzir “vai criar eventos”. O facto de estar dentro de um grupo como a Impresa vai permitir “usufruir de parcerias dentro do grupo” e gerar maior “visibilidade aos eventos”, frisou Mónica Balsemão.

Para além de produzir para a Impresa, a nova empresa irá também trabalhar para clientes externos. Um dos objectivos da nova área passa mesmo pela internacionalização, uma vez que as produções nacionais serão incluídas na “rede de distribuição da Elsinor”, segundo sublinhou Ángel Dominguez, director-geral da empresa sedeada em Barcelona e que estende a sua área de actuação com presenças em Itália, Irlanda, Reino Unido e França.