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terça-feira, 16 de setembro de 2008

China Audio Visual Collective Copyright Administration Association Founded

After 10 years of preparation, China Audio Visual Collective Copyright Administration Association founded on May 28 in Beijing.

Former head of China International Broadcasting and Vice President of China Broadcasting and Television Committee, Zhang Renhua, was nominated President of the association. The association was founded according to provisions prescribed in the PRC Collective Copyright Management Regulations, and was designed to regulate intellectual property issues relating to the right of performance, presentation, broadcasting, rental, distribution through information network, reproduction, and distribution of audio visual works. The association will carry out copyright protection measures on behalf of copyright holders and seek to solve problems such as unauthorized use of copyrighted audio visual works in Karaoke houses, radio stations, TV stations, and on the Internet.

It is said that the association will take over China Audio Visual Committee’s responsibility of collecting copyright fees from Karaoke houses. Civil, administrative, and criminal measures will be adopted to deal with unauthorized uses. According to Qu Jingming, General Director of the association, on one hand, the association will seek effective solutions of copyright problems through legal reinforcement; on the other hand, it will thrive to harmonize the relationships of the different sectors of the industrial chain by putting the copyright holder’s benefit at first. “We call for all copyright holders to contract with us, so that their rights will be better protected”, said Qu.

Copyright 2008, InterLingua.com, Inc.

domingo, 29 de junho de 2008

A Profissionalização da Alma


João Tovar
Quando se começa a falar em profissionalização numa determinada área de actividade, significa usualmente que estamos a meio caminho entre caos e estandardização. Durante os últimos vinte anos, as profissões ligadas às artes e cultura, duma forma geral, funcionavam quase como um gueto, suportado ao nível do ensino apenas por conservatórios, escolas de belas artes e pouco mais. Exemplos de algumas excepções incluíram o ARCO, a Cooperativa Árvore e a Escola Superior de Teatro e Cinema. E ao nível do estatuto profissional, legislação e condições materiais destas profissões, o panorama era pouco menos do que marginal. Nos últimos dez anos, o panorama tem vindo a inverter-se ao nível do ensino e formação, com o reforço do papel dos institutos politécnicos (um bom exemplo é o da ESAD integrada no Instituto Politécnico de Leiria) e o aparecimento de ofertas ao nível da formação profissional (ETIC e mais recentemente a Restart são claros exemplos, sem esquecer o esforço de várias associações culturais e artísticas). Mais recentemente, o declínio da população mais jovem e o processo de Bolonha estão também a obrigar a que as Universidades, em cursos desta área, se adaptem a um ensino mais ligado à comunidade e mais prático. Ao nível da profissionalização, o recente movimento pela melhoria das condições materiais de trabalho e de legislação já teve uma expressão marcada, e a intervenção dos profissionais ligados à cultura começa a ter peso e influência política (ao nível das políticas e da actuação dos ministros na área, p.e.). Um dos próximos passos será com certeza a criação de mais e melhores associações profissionais que funcionem, não só ao nível reivindicativo mas também pró-activas ao nível da formação, ligação a outras associações nacionais e internacionais, diálogo com o poder político e ainda relação com as empresas e comunidade em geral. Outros passos importantes serão a melhor definição e protecção do estatuto dos vários profissionais na área cultural, formação e ensino em constante diálogo e adaptação às verdadeiras necessidades e especificidades desta área e, nos próximos anos, melhorar as competências de gestão e comunicação cultural, permitindo assim a sustentabilidade financeira e a criação de novos públicos sem nunca perder espaço para a criação e a experimentação. Finalmente, falta apenas falar do essencial sobre a profissionalização que é a vocação. A cultura e arte dos povos sempre se fez por impulsos, vagas e reacções às normas e cristalizações da comunidade, começando muitas vezes marginalmente e por paixão e inconformismo. Seja na criação, produção, comunicação ou técnica, os verdadeiros profissionais e amadores da cultura movem-se por vocação, paixão e total empenho. Tudo o resto, incluindo a profissionalização, vem atrás. Eu diria portanto, que o que urge é a profissionalização da Alma.

João Tovar
Nasceu em 1967. Tem bacharelato em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema e cursou diversos workshops e seminários. A sua experiência profissional tem sido desenvolvida em várias funções nas áreas de televisão, publicidade e cinema. Entre 1998 e 2001 foi director das revistas Videoplus, Page e Áudio Profissional. Desde 1995 dá formação nas áreas de som, imagem, multimédia e eventos. Actualmente é director geral da Restart (desde 2003).

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Produtores processam rádios por não pagamento

Tirando o facto de o termo produtor musical poderá geral alguma confusão junto dos leitores com o de produtor de espectáculos musicais (facto esse que já informei os autores do artigo), bem como alguma falta de exactidão quanto à designação dos respectivos direitos (Direitos musicais?!) aqui a expressão pública de um conflito latente:

Produtores processam rádios por não pagamento

O pagamento dos Direitos musicais aos artistas e executantes do sector discográfico por parte das rádios está a ser alvo de uma batalha jurídica. As estações contestam as verbas exigidas. A Audiogest, que representa os produtores musicais, avança com queixas crime. A Renascença já foi alvo.

Elisabete Sá
Adriano Nobre


O pagamento dos Direitos musicais aos artistas e executantes do sector discográfico por parte das rádios está a ser alvo de uma batalha jurídica. As estações contestam as verbas exigidas. A Audiogest, que representa os produtores musicais, avança com queixas crime. A Renascença já foi alvo.
Segundo apurou o Jornal de Negócios, a Rádio Renascença é um dos operadores sobre o qual incide uma queixa-crime, que remonta já a Junho de 2006 e visa todos os membros do conselho de gerência desta rádio, presidida pelo cónego João Aguiar Campos.

http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?Session=&SqlPage=Content_Empresas&CpContentId=299523
A eventual confusão que pode gerar no leitor advém disto (penso eu):
Audiogest - Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos dos Produtores
No entanto, para serem correctos deveriam dizer: produtores de fonogramas