Mostrar mensagens com a etiqueta live nation. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta live nation. Mostrar todas as mensagens

domingo, 17 de maio de 2009

Analysis: Ticketmaster Surviving Without Live Nation But Other Issues Remain

Analysis: Ticketmaster Surviving Without Live Nation But Other Issues Remain
May 14, 2009 - Touring

By Glenn Peoples, Nashville

Ticketmaster’s Q1 2009 earnings release on Tuesday saw the company being impacted by the loss of Live Nation ticketing volume, the Bruce Springsteen ticketing fiasco in New Jersey and the proposed merger with Live Nation. Like many other companies in the entertainment world, Ticketmaster praises its long-term strategy of acquisitions, synergies and cost-cutting. And like many other entertainment companies attempting to lure cash-conscious consumers, Ticketmaster can point to middling results rather than clear-cut successes.

This was Ticketmaster’s first quarter since Live Nation contracts began to expire and the concert promotion giant began selling its own tickets in January. With the loss of Live Nation, Ticketmaster’s ticket volume was down 6% and the value of those tickets was down 7%. Those losses from Live Nation took away $8 million from Ticketmaster’s profits, which fell 78% to $7.2 million on $373.8 million in revenues (a 7% increase). The company said ticket value was down only 1% excluding Live Nation.

TicketsNow, Ticketmaster’s secondary ticketing service, has proved to be a problem child. A settlement with the Attorney General of New Jersey cost the company $350,000. Even worse are the effects of changes at TicketsNow that pulled $15 million in profits from the bottom line in Q1. As a part of the settlement, tickets cannot be posted to TicketsNow until primary tickets go on sale. In addition, customers will be informed about and provided a link to primary tickets at Ticketmaster.com if the event is not yet sold out. Those changes are good for consumers but will lower short term profits. The best long-term strategy, however, may be to acquiesce to government demands and forego further punishment and financial pain. In the context of a longer time frame, changes at TicketsNow are prudent.

Merger costs were also a big part of Q1 results, amounting to $6.5 million during the period. Ticketmaster said yesterday over half its bank lenders have approved the proposed merger with Live Nation. Both Live Nation and Ticketmaster believe their merger will be approved later this year. Recent statements by antitrust officials at the Department of Justice, however, give hints the merger will face far greater scrutiny than had it been pushed through during the previous administration.

With a traditionally slow Q1, the Artist Services division (via the merger with Front Line) contributed only $34.8 million of revenue and $4.4 million of EBITDA. This division will continue to be in flux will take some time to reach its potential as Front Line is re-shaped and fit into the larger, merged company. It continues to acquire smaller competitors -- Mick Management (John Mayer) in November 2008, for example, and Dale Morris (Kenny Chesney, Big & Rich) just recently.

The company has decided to move Echo, the online e-commerce and artist services company Ticketmaster acquired in March 2007, to Los Angeles. Judging from conversations with involved parties, the transition could easily be a drag on artist relationships and the division’s Q3 performance. There is a good chance the transition will cause lower levels of e-commerce, and the loss of employees means an absence of knowledge and relationships that Front Line will need to service the handful of Echo clients Ticketmaster will keep.

One bright spot was a resilient average revenue per ticket, which increased 1% in the domestic market as ticketing volume dropped 9%. Global ticketing volume was down 8%. The concerts segment was down 9%.

terça-feira, 3 de março de 2009

Sobre a Indústria Musical

Remaining Virgin Megastores To Close, VEGNA To Liquidate
The planned closures of the Virgin Megastores in Times Square and Union Square in New York City and the Market Street store in San Francisco are the beginning of the final wind-down of the Virgin Entertainment Group North America.

Live Nation Posts Q4 Net Loss
Live Nation, which last month announced plans to merge with Ticketmaster Entertainment, has reported a fourth-quarter net loss of $337.5 million or $4.33 per share, compared to a loss of $18.4 million or 25 center per share, during the same period last year.

from Billboard.biz

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Live Nation prépare le lancement de son service de billetterie

Live Nation prépare le lancement de son service de billetterie

Live Nation a négocié un important accord de billetterie avec SMG, société qui gère un grand nombre de salles de concerts aux Etats-Unis.

Ce deal accordera à Live Nation l’exclusivité sur la vente de billets pour les concerts se déroulant dans des salles contrôlées par SMG. Les contrats actuels entre les salles SMG et principalement Ticketmaster arrivant à expiration entre 2009 et 2011, Live Nation va pouvoir récupérer un marché estimé à 5 millions de tickets par an.

Live Nation aurait également engagé des discussions pour obtenir la vente exclusive des billets de MSG Entertainment, qui possède notamment le Madison Square Garden à New York.

C’est en janvier 2009 que Live Nation lancera son propre service de billetterie, concurrent de Ticketmaster et Ticketweb, qui vendra donc en exclusivité des billets pour les événements Live Nation et SMG, en attendant peut être d’autres accords avec d’autres salles de concerts, anciens clients de Ticketmaster.

Rappelons qu’aux Etats-Unis, les places de concert peuvent uniquement être achetées en ligne ou directement à la salle de concert.

http://www.billboard.biz/bbbiz/content_display/industry/e3i8fcb5100629836e66523a60873e96664

domingo, 27 de julho de 2008

Live Nation pode rever os contratos 360

Depois da surpreendente e recente saída de Michael Cohl da Live Nation, visto ter sido uma das peças fundamentais para o crescimento da mesma ao longo dos últimos anos, os investidores de Wall Street começam a colocar em causa a rentabilidade do modelo de negócio assente em contratos 360º (ou seja, englobando todas as receitas que um artista pode obter). Esta posição, que agora apenas terá que ser liderada pelo CEO Michael Rapino poderá ter consequências sobre negócios futuros como os da Shakira e o dos Rolling Stones.
Mais uma vez, a história rapidamente nos dá lições sobre a incapacidade do Capitalismo fornecer modelos de negócio sectorial universais. Aqueles que rapidamente caêm no erro de apresentar a emergência de novos modelos de negócio como inevitáveis devem antes aprender com a História e em especial com as contradições do sistema capitalista global em que vivemos hoje.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Shakira em negociações com a Live Nation

Shakira está em negociações com a Live Nation. A promotora pretende assinar um contrato que inclui digressões, gravação de discos e merchandising.

A Live Nation organizou a etapa americana da Oral Fixation Tour da cantora colombiana, que decorreu no ano passado. O contrato de Shakira com a Epic, uma subsidiária da editora Sony BMG prevê, ainda, a edição de dois discos, um em inglês e outro em espanhol, bem como o lançamento de uma colectânea.
02-07-2008

domingo, 13 de abril de 2008

Live Nation, o novo gigante da indústria musical


TIAGO PEREIRA


Promotora está avaliada em 2,7 mil milhões de euros

Desde 2005 que é uma das mais prestigiadas promotoras de espectáculos de grandes dimensões, sem concentrar apenas a sua actividade nos concertos ao vivo. Mas com o acordo milionário que estabeleceu com Madonna, no final do ano passado, afirmou-se como o novo gigante da indústria musical. E os recentes contratos assinados com gente tão influente como os U2 ou Jay-Z prometem uma actividade contínua e crescente. A Live Nation representa, hoje, a vanguarda dos novos negócios de uma indústria que, nesta empresa, encontra referência a seguir.

No início existia a Clear Channel Communications, um grupo de media que reunia, sob sua alçada, estações de rádio, televisão, espaços publicitários em outdoor e a produção de espectáculos de entretenimento. Tal como viria a fazer com os canais televisivos que possuía (vendidos, no início deste ano, ao grupo Newport Television), a Clear Channel viu a fatia de negócio que tinha como base os grandes palcos transformar-se numa empresa independente. A Live Nation nasce em 2005. Imediatamente cotada na bolsa, produziu 28 500 eventos no seu primeiro ano de existência (congregando mais de 61 milhões de espectadores), entre con-certos, espectáculos de teatro (nestes incluem-se eventos como as apresentações do célebre Cirque du Soleil) e até eventos desportivos (sobretudo relacionados com o mundo automóvel).

Apesar da multidisciplinariedade das suas funções, a Live Nation concentrou esforços na indústria musical. Detém 117 salas de espectáculo, 75 nos EUA e 42 fora de terras americanas, e é a promotora prioritária em 33 espaços adicionais. E ainda que os EUA sejam mercado preferencial, o gigante do entretenimento gerido por Michael Rapino e Michael Cohl (avaliado em mais de 2,7 mil milhões de euros) tem existência paralela no Reino Unido, através da Live Nation UK. Em terras britânicas é gestora de 25 das mais importantes salas de espectáculo (como o Empire Theatre, em Liverpool ou o Dominion Theatre, de Londres). Ao mesmo tempo, controla, em boa parte, a realização de festivais de música como o Reading/Leeds ou mesmo o mítico Glastonbury.

A 16 de Outubro do ano passado, a Live Nation transformou por completo o rosto da sua actividade. Criou a divisão Artist Nation (hoje rebaptizada como Live Nation Artists) e contratou, como primeiro nome, Madonna, que então reflectia sobre o seu futuro editorial, com o eminente final do contrato com a Warner. São dez anos de acordo que abrangem todas as dimensões: álbuns, digressões, merchandising, conteúdos digitais e mesmo os acordos publicitários. Um total de 120 milhões de dólares em jogo (mais de 75 milhões de euros). Seguiram-se os U2 que, apesar de manterem a edição e distribuição discográfica nas mãos da Universal, têm agora os concertos, o merchandising e o website incluídos na gestão da Live Nation. Um contrato de 12 anos com uma das bandas mais rentáveis do mundo, cujos valores não foram revelados. No passado dia 3, o rapper, produtor e editor Jay-Z ultrapas- sou os valores de Madonna, ao receber 150 milhões de dólares (94 milhões de euros) para gerir toda a sua carreira.

A Live Nation conta ainda com a actividade da subsidiária Instant Live. Em 2003 era uma pequena editora que operava na área de Boston, gravando concertos e colocando-os à venda pouco depois do final do espectáculo (procurando receitas extra e lutando contra a pirataria). Hoje, desenvolve a mesma actividade por todo o mundo, com nomes como os Bauhaus, Black Crowes, The Cult ou Echo&The Bunnymen.