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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Report: Live Nation, Ticketmaster Close To Merger

Report: Live Nation, Ticketmaster Close To Merger
February 03, 2009 - Touring

By Billboard Staff

Ticketmaster Entertainment and Live Nation -- two of the most powerful companies in the music business -- could be merging as soon as next week, according to a report in the Wall Street Journal.

The announcement arrives on the heels of Live Nation, the world's largest concert promoter, launching its own ticketing company last month.

The boards of each company have not yet approved a deal and a merger would require review by antitrust authorities, according to the paper, which cited unnamed people familiar with the situation.

It was not clear which company would be acquiring the other, but the new company would be reportedly be called Live Nation Ticketmaster. The deal would not involve any cash transfer.

Details about the structure of the new company have not been set in stone, and it was unclear what titles would be held by Ticketmaster CEO Irving Azoff and Live Nation CEO Michael Rapino, according to the Journal. But it was expected that both executives would remain at the new company.

The merger of Live Nation with Ticketmaster Entertainment would bring together the largest concert promoter with the most powerful ticketing and management firm.

Last year, Ticketmaster acquired Front Line Management, which has a roster of more than 200 acts, including the Eagles, Neil Diamond and Christina Aguilera, among many others. In January, the bulk of Live Nation’s 10-year contract with Ticketmaster expired and the company launched an in-house ticketing company.

Representatives for Live Nation or Ticketmaster responded to the report, saying the companies do not comment on rumors or speculations.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Obama pode criar órgão público para a cultura

Obama pode criar órgão público para a cultura
30 de Janeiro de 2009 by Redação


Com a redução de investimentos em produções artísticas nos EUA, setor cultural cobra do novo governo a criação de um cargo equivalente ao de ministro da Cultura.

Como em muitos países, a crise financeira já começa a atingir o setor cultural norte-americano. Segundo matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, em média, as doações a fundações culturais tiveram queda de 30% a 35% em 2008 na comparação com 2007. Os cálculos foram divulgados pela consultora da Rockefeller Philanthropy Advisors, Melissa Berman, que declarou na mesma matéria: “As [fundações culturais] que tinham fundos investidos com Bernie Madoff simplesmente desapareceram”.

Com essa queda, sofrem desde museus, que realizaram cortes entre 5% e 20%, de acordo com levantamento do “Art Newspaper” nos 50 maiores, até orquestras e óperas, como por exemplo, a Metropolitan Opera de Nova York, que eliminou 10% dos salários; a de Los Angeles reduziu 25% dos gastos; e a de San Francisco diminuiu o número de apresentações.

Até as áreas consideradas “à prova de recessão” registram os primeiros golpes, como Hollywood, que viu a bilheteria nos EUA e no Canadá cair de 1.4 bilhão de ingressos vendidos em 2007 para 1,36 bilhão em 2008, e a Broadway.

Neste cenário, a classe artística norte-americana se empenha em um projeto de criação de um cargo equivalente ao de ministro da Cultura, isto é, um “czar da cultura”, responsável pelo setor com acesso direto ao presidente, inexistente na atual estrutura do Executivo dos EUA. O mais próximo seria o presidente do National Endowment for the Arts (NEA), fundo federal de apoio às artes com orçamento anual de US$ 145 milhões (ou R$ 333 milhões) - o do MinC brasileiro é de R$ 1,35 bilhão. O posto é político, e o sucessor do indicado por George W. Bush ainda não foi anunciado pelo democrata.

Além da missão de cuidar de assuntos como incluir, no pacote de estímulo econômico de US$ 825 bilhões do governo, uma fatia para a cultura, o “czar da cultura” defenderá os representantes de um setor que responde por cerca de 6 milhões de empregos e injeta US$ 167 bilhões na economia dos EUA todos os anos, segundo números do grupo de lobby Americans for the Arts.

Abaixo-assinado
O principal defensor do novo cargo é o músico Quincy Jones, que levou abaixo-assinado com 200 mil nomes ao novo presidente no dia da posse. A idéia foi vista com simpatia pela Casa Branca, e uma decisão deve sair nas próximas três semanas.

O pedido de Jones ganhou o apoio de William Ivey, ex-presidente do NEA, que coordenou a área de cultura do governo de transição e avaliou que houve um descuido do setor nos oito anos de Bush. “Se a tarefa [de recuperação] requer a consideração de uma nova agência governamental - um departamento de assuntos culturais com nível ministerial-, que seja”, declarou ele.

* Com informações do jornal Folha de S. Paulo – Sérgio Dávila.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Cuidado com o que vê no YouTube

Tribunal ordenou à Google que revele à Viacom os dados dos utilizadores que colocaram e viram vídeos ilegais


Quem viu, mesmo sem saber, um vídeo no YouTube contendo imagens publicadas sem o pagamento dos direitos de autor, corre o risco de ser investigado. Um tribunal norte-americano ordenou esta quinta-feira à Google que revele à Viacom o histórico de navegação no YouTube e a identificação dos computadores de todos que viram os 160 mil vídeos em causa.

A decisão surgiu na sequência de um processo movido pela Viacom, dona da MTV e dos estúdios de cinema Paramount e DreamWorks, contra o Google, dono do popular site de vídeos. O Youtube é acusado de permitir a veiculação de 160 mil excertos de programas produzidos pela Viacom, sem pagar os direitos de autor.

A empresa disse que não quer punir quem assistiu aos vídeos e vai manter o sigilo. Quer apenas usar as informações como provas contra o Google. A decisão do tribunal provocou protestos: grupos de defesa dos direitos digitais consideram que é um atentado à privacidade de quem usa a net.

A decisão é de primeira instância e os advogados do Google podem recorrer e recordam que recolher todos os dados exigidos será caro e moroso. São 12 Terabytes de informações, o suficiente para preencher as páginas de doze mil livros.



quarta-feira, 23 de abril de 2008

Clive Davis deixa a Sony

Clive Davis vai deixar o posto de CEO da Sony BMG. O editor vai, supostamente, dedicar-se a outra actividade dentro da companhia.



Durante o seu percurso, Davis assinou nomes como Janis Joplin, Pink Floyd e Bruce Springsteen. O seu nome está inscrito no Rock And Roll Hall Of Fame.
22-04-2008

domingo, 13 de abril de 2008

Live Nation, o novo gigante da indústria musical


TIAGO PEREIRA


Promotora está avaliada em 2,7 mil milhões de euros

Desde 2005 que é uma das mais prestigiadas promotoras de espectáculos de grandes dimensões, sem concentrar apenas a sua actividade nos concertos ao vivo. Mas com o acordo milionário que estabeleceu com Madonna, no final do ano passado, afirmou-se como o novo gigante da indústria musical. E os recentes contratos assinados com gente tão influente como os U2 ou Jay-Z prometem uma actividade contínua e crescente. A Live Nation representa, hoje, a vanguarda dos novos negócios de uma indústria que, nesta empresa, encontra referência a seguir.

No início existia a Clear Channel Communications, um grupo de media que reunia, sob sua alçada, estações de rádio, televisão, espaços publicitários em outdoor e a produção de espectáculos de entretenimento. Tal como viria a fazer com os canais televisivos que possuía (vendidos, no início deste ano, ao grupo Newport Television), a Clear Channel viu a fatia de negócio que tinha como base os grandes palcos transformar-se numa empresa independente. A Live Nation nasce em 2005. Imediatamente cotada na bolsa, produziu 28 500 eventos no seu primeiro ano de existência (congregando mais de 61 milhões de espectadores), entre con-certos, espectáculos de teatro (nestes incluem-se eventos como as apresentações do célebre Cirque du Soleil) e até eventos desportivos (sobretudo relacionados com o mundo automóvel).

Apesar da multidisciplinariedade das suas funções, a Live Nation concentrou esforços na indústria musical. Detém 117 salas de espectáculo, 75 nos EUA e 42 fora de terras americanas, e é a promotora prioritária em 33 espaços adicionais. E ainda que os EUA sejam mercado preferencial, o gigante do entretenimento gerido por Michael Rapino e Michael Cohl (avaliado em mais de 2,7 mil milhões de euros) tem existência paralela no Reino Unido, através da Live Nation UK. Em terras britânicas é gestora de 25 das mais importantes salas de espectáculo (como o Empire Theatre, em Liverpool ou o Dominion Theatre, de Londres). Ao mesmo tempo, controla, em boa parte, a realização de festivais de música como o Reading/Leeds ou mesmo o mítico Glastonbury.

A 16 de Outubro do ano passado, a Live Nation transformou por completo o rosto da sua actividade. Criou a divisão Artist Nation (hoje rebaptizada como Live Nation Artists) e contratou, como primeiro nome, Madonna, que então reflectia sobre o seu futuro editorial, com o eminente final do contrato com a Warner. São dez anos de acordo que abrangem todas as dimensões: álbuns, digressões, merchandising, conteúdos digitais e mesmo os acordos publicitários. Um total de 120 milhões de dólares em jogo (mais de 75 milhões de euros). Seguiram-se os U2 que, apesar de manterem a edição e distribuição discográfica nas mãos da Universal, têm agora os concertos, o merchandising e o website incluídos na gestão da Live Nation. Um contrato de 12 anos com uma das bandas mais rentáveis do mundo, cujos valores não foram revelados. No passado dia 3, o rapper, produtor e editor Jay-Z ultrapas- sou os valores de Madonna, ao receber 150 milhões de dólares (94 milhões de euros) para gerir toda a sua carreira.

A Live Nation conta ainda com a actividade da subsidiária Instant Live. Em 2003 era uma pequena editora que operava na área de Boston, gravando concertos e colocando-os à venda pouco depois do final do espectáculo (procurando receitas extra e lutando contra a pirataria). Hoje, desenvolve a mesma actividade por todo o mundo, com nomes como os Bauhaus, Black Crowes, The Cult ou Echo&The Bunnymen.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Novo estudo sobre pirataria contraria outros sobre os seus beneficios económicos

Report: Piracy Has Cost U.S. $12.5 Billion

A new study released today by the Texas-based Institute for Policy Innovation (IPI) estimates that global piracy of recorded music has cost the United States $12.5 billion in economic output and 71,060 jobs annually.

Fonte: Billboard

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

iPhone e os hypes...

Who Is Buying The IPhone?


Despite all the iPhone hype, newly released Q2 data from the Strategy Analytics ProductTRAX program indicates that only 250,000 iPhone units were sold to US consumers through the combined AT&T and Apple outlets during the last 2 days of Q2, many fewer than popularly predicted. Additionally, only 146,000 iPhone consumers chose to--or were able to--activate those devices upon purchase."Though commanding significant attention during its launch, the iPhone will see its greatest impact on market share in subsequent quarters," according to Barry Gilbert, Vice President. Mr. Gilbert adds, "To make the top ten list of mobile phones sold, the iPhone will have to move approximately 600,000 units in Q3."Currently, the top selling handset in the US is Motorola's RAZR V3m, which sold nearly 1.4 million units in Q2, down from approximately 2.2 million units in Q1 according to ProductTRAX findings. ProductTRAX research notes that the top 10 handset models account for approximately 25% of total sales in a typical quarter.David Kerr, VP of the Strategy Analytics Global Wireless Practice, notes, "It comes as no surprise that early profiles of iPhone buyers indicate males ages 20-29, with income over $100,000. The key questions will be to assess the average revenue per user (ARPU) generated by these purchasers, and to quantify the impact on churn of Verizon Wireless, T-Mobile, and SprintNextel from those purchasing iPhones. Strategy Analytics ProductTRAX captures these key metrics for iPhone buyers and buyers of the leading models in the US."
http://www.mi2n.com/press.php3?press_nb=102143

segunda-feira, 23 de julho de 2007

International Relations and Culture

News Stories


Klapper, Bradley S., "US Targets Chinese Music Download Rules", Washington Post - AP, 7/18/2007
Kaufman, Jason Edward, "Can US museums help win the war on terror?", Art Newspaper, 7/12/2007
Berthiaume, Lee , "Canadian Cultural Exports on Decline", Embassy (Canada), 7/11/2007
Associated Press, "NKorea Silences Its Karaoke Bars", Washington Post - AP, 7/11/2007
David, Ariel , "Italy Threatens Sanctions Against Museum", San Jose Mercury News (CA) - AP, 7/10/2007
Isaacson, Walter , "A Vision to Match the Threat", Washington Post, 7/9/2007
Shelby, David , "Music, Health Care Reach Panamanian Youth via U.S. Navy Ship", U.S. Department of State website, 7/8/2007
Staff report, "Diplomacy Group Urges Reversal of VOA Cuts", Radio World Newspaper, 7/6/2007
Jacobs, Stevenson , "Film Industry Blooms in Volatile Haiti", Washington Post - AP, 7/6/2007
Coonan, Clifford , "Taiwan's metal diplomacy", Variety, 7/6/2007
Associated Press, "Congress Looks to Boost US Tourism", New York Times - AP, 7/5/2007
Barnett, Thomas P.M., "Realistically repairing America's image abroad", Scripps News, 6/29/2007


Books and Reports


Arndt, Richard T., The first resort of kings: American cultural diplomacy in the twentieth century. Dulles, VA: Potomac Books, 2005.
Bound, Kirsten , John Holden, Rachel Briggs, Samuel Jones, Cultural Diplomacy. London: Demos, 2007.
Cowen, Tyler, Creative Destruction: How Globalization Is Changing the World's Cultures. Princeton, NJ: Princeton University Press, 2002.


Journal Articles


Schneider, Cynthia, Cultural Diplomacy, The Brown Journal of World Affairs 13.1, (2006, Summer/Fall):
Vargas Llosa, Mario, The Culture of Liberty, Foreign Policy , (2000, February):

sexta-feira, 20 de julho de 2007

O que é pensar com sentido prático no futuro do sector cultural

New and expanded employment resource: Americans for the Arts Job Bank


submitted by Americans for the Arts




Details
Americans for the Arts is pleased to announce our new and expanded employment resource—Americans for the Arts Job Bank (http://jobbank.artsusa.org/).
You have told us that you are concerned about who will be the next generation of leaders in our field. We hope this service will facilitate your search and become a one-stop shop to help you get connected to top arts employers and job seekers, including new leaders in the field all across America. Our strength is in our numbers—about 60,000 visits to our website per month—which will increase your visibility. This service will replace the former Americans for the Arts Job Bank and the previous tools to list jobs through the Cultural Policy Listserv.
We hope that you will take advantage of all that our new, easy to use site has to offer, including a searchable resume database which already has over 200 resumes, auto notification when a job seeker matches your criteria, job activity tracking and more.
We look forward to continuing to provide you with the best resource for finding arts administration professionals nationwide. Please do not hesitate to contact us at JobBank@artsusa.org with any questions you may have about our new service.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Algumas mudanças na RIAA

RIAA Government Relations Execs Expand Roles June 26, 2007 - Legal and Management Latin
By Susan Butler, N.Y.
The RIAA has promoted Rafael Fernandez and expanded the responsibilities of Joel Flatow, both government relations executives with the labels' trade group.Miami-based Fernandez, formerly VP of Latin Music, is now senior VP of stategovernment relations. He will direct government relations activities for all states outside of California and retain his Latin music responsibilities. He replaces Kim Allman, who left the organization recently to begin a private consulting business. Fernandez has been with the RIAA for six years.Los Angeles-based Flatow, GM of West Coast operations and senior VP of artist and industry relations, will take on responsibility for all California state government relations. He has worked for the RIAA for 12 years. "Ralph has been a terrific advocate for Latin music labels," says Mitch Bainwol, RIAA chairman/CEO. "We're fortunate that he will take on the additional role of ambassador to state governments on behalf of the music industry. Joel continues to be our key executive in California. His work leading our outreach to the music community on so many initiatives, as well as highlighting the theft of music in Los Angeles, has been a real asset to the organization and the industry. We're proud that he has taken on this additional and important role of representing the music industry in Sacramento."Fernandez and Flatow report to Mitch Glazier, executive VP of government andindustry relations, who is based in Washington, D.C.


ver também "VidZone inks distribution deal with Sony BMG": http://www.fiercemobilecontent.com/story/vidzone-inks-distribution-deal-with-sony-bmg/2007-06-07