Mostrar mensagens com a etiqueta europa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta europa. Mostrar todas as mensagens

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Portugal é o terceiro país da Europa nas redes sociais

Portugal é o terceiro país da Europa nas redes sociais


PAULA BRITO
Internet. Seja por razões profissionais ou de lazer, a verdade é que a adesão dos portugueses às redes sociais coloca o nosso país no 3.º posto no 'ranking' europeu de utilizadores, segundo a comScore, enquanto a Marktest contabiliza 2,5 milhões de adeptos em 2008, com o Hi5 no topo das preferências

2,5 milhões de portugueses acederam

Na Europa, Portugal aparece em terceiro lugar na utilização das redes de relacionamento social, na Internet. À sua frente está o Reino Unido e a Espanha, refere um relatório da comScore, que revela ainda que, em Portugal, 72,9% dos utilizadores de Internet com mais de 15 anos e que acedem ao computador a partir do lar, visitou, em Dezembro de 2008, um site de relacionamento social.

Embora distinta, uma outra fonte, a Marktest, contabilizou o número de portugueses residentes no continente, com quatro e mais anos, que acederam, em 2008, a estas comunidades virtuais quando navegavam na Internet: 2,5 milhões, ou 84,4% dos internautas nacionais.

De acordo com a ferramenta da Marktest, Netpanel, foram visitadas cerca de 7 mil milhões de páginas destes sites, uma média de 2741 por utilizador. No total, foram dedicadas 40 milhões de horas às comunidades virtuais, uma média de 15 horas e 40 minutos por utilizador. Números que mostram que as comunidades virtuais foram responsáveis por 18,7% do total de páginas visitadas pelos portugueses na Internet durante o ano de 2008 e por 11,4% do tempo dedicado a este meio.

Março foi o mês que teve mais visitas a estas comunidades, com 1635 utilizadores únicos, 742 milhões de páginas e 4 milhões de horas.

O Hi5 é líder destacado ao ser responsável por 87% do tempo total dedicado a estes sites .

Mas os portugueses têm vindo a aderir a outras redes, nomeadamente ao Facebook, Twitter, MySpace, Orkut, Linkedin, entre muitos outros, que o DN deu recentemente contra através de reportagem "Redes que unem", publicada na edição de 14 de Fevereiro e disponível na Internet em http/dn.sapo.pt/2009/02/14/centrais/as_redes_nos_unem.html).

O que os move?

Com um público maioritariamente jovem, estas redes começam a ter uma adesão cada vez maior de políticos, jornalistas, criativos da publicidade, profissionais liberais...

Na mesma reportagem do DN, as motivações eram diversas, mas uma análise da empresa de referência na Internet eMarketer tipificou, nos Estados Unidos, as razões que levam os utilizadores deste meio a aceder a redes sociais. Além de motivos profissionais, o convívio ou contacto com os amigos, querendo, eventualmente, pertencer àquela espécie de "tribo", ganha de longe.

Voltando à análise da comScore, esta refere que o Reino Unido lidera o ranking da utilização das redes sociais, com 79,8%, seguido de Espanha, com 73,7%. Abaixo de Portugal, segue-se a Dinamarca com 69,7%, Itália com 69,3%, Bélgica com 68,2% e a Alemanha com 67,3%. Na base da tabela estão: Holanda (63%), Noruega (58,9%) e Áustria (49,7%).

No total, a taxa de penetração das redes sociais na Europa é de 74,6% ou 282 milhões de pessoas maiores de 15 anos com computador em casa, tendo 211 milhões acedido, em Dezembro, a um site de relacionamento social.
http://dn.sapo.pt/2009/02/22/media/portugal_terceiro_pais_europa_redes_.html#

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Sobre as Políticas Culturais em Portugal e nos outros países








Fonte: Ministério da Cultura da República Portuguesa, Maio 2008

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Maiores obstáculos ao acesso à cultura são tempo e dinheiro

Em Setembro passado, a Comissão Europeia publicou um estudo sobre os europeus, a cultura e os valores culturais. Desse estudo ressaltam algumas conclusões genéricas: a maior parte dos cidadãos europeus associa a palavra culturas às artes (do espectáculo e visuais); a cultura é valorizada positivamente pela generalidade dos europeus; o interesse por outras culturas que não a do seu próprio país é também alargado e a interculturalidade algo desejado; os maiores obstáculos apontados ao acesso a bens culturais são condições materiais, nomeadamente a falta de tempo e de dinheiro. Relativamente ao nosso país, um dado sobressai: Portugal é o 2º país em que mais pessoas afirmam não tomar parte em quaisquer actividades culturais. Resumo consultado do estudo aqui .

Fonte: Pisa Papeis

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

"Sounds in Europe"

Já saíu a 2ª edição da revista "Sounds in Europe" do Conselho Europeu de Música: http://www.emc-imc.org/archiv/sounds_2.pdf

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Alguns dados sobre a economia da cultura na Europa

Turnover:

The cultural & creative sector generated a turnover of
more than € 654 billion in 2003.


Value-added to European
GDP:

The cultural & creative sector contributed to 2.6% of
the EU GDP in 2003.


Growth:

The growth of the cultural & creative sector in Europe
from 1999 to 2003 was 12.3% higher than the growth
of the general economy.



In 2004, a minimum of 4.714 million people worked in the cultural & creative sector alone, equivalent to 2.5% of the active employed population in the EU25.


• An additional 1.171 million were employed in the sector of cultural tourism.
• The distribution by gender and age differs little between cultural employment and total employment.
• 46.8% of workers in the cultural sector have at least a university degree in comparison with 25.7% in total employment.
• The share of independent workers is more than twice as high in the cultural sector than that of total employment.
• The sector records 17% of temporary workers, compared with 13.3% in total employment.
• The share of part-time workers is higher than in total employment.
• The share of workers with side-jobs is much than in total employment.


Fórum Cultural para a Europa

Vai-se realizar entre 26 e 28 de Setembro o Fórum Cultural para a Europa, em Lisboa. Existe um website com alguns documentos muito uteis sobre as diferentes perspectivas europeias sobre a cultura e o impacto a economia da cultura na economia do país:

http://www.culturalforum.pt/