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domingo, 9 de agosto de 2009

Promotoras de festivais vivem dias difíceis

Promotoras de festivais vivem dias difíceis

Luís Reis Pires
08/08/09 00:05

Prejuízos anuais elevados complicam situação financeira de empresas como a Everything Is New e Música no Coração.

Apesar da alegria reinante nos festivais de Verão, as empresas responsáveis pela sua organização não têm razões para sorrir. As duas maiores promotoras nacionais - a Everything is New e a Música no Coração -, aliadas a uma outra mais pequena - a In Music We Trust -, apresentaram em 2007 prejuízos de quase 1,3 milhões de euros. De resto, as dificuldades no sector não são exclusivas das grandes promotoras, alastrando também às de menor dimensão. De entre um conjunto de cinco das mais conhecidas promotoras de espectáculos, aliás, apenas duas apresentaram lucros em 2007: a Ritmos & Blues e a Smog. Em 2008, as dificuldades agravaram-se, com a Everything Is New, líder do sector, a acabar o ano com prejuízos de 518,6 mil euros e a Smog - uma promotora de muito menor dimensão - de 3,5 mil euros.


quarta-feira, 25 de julho de 2007

Alguns dados sobre a economia da cultura na Europa

Turnover:

The cultural & creative sector generated a turnover of
more than € 654 billion in 2003.


Value-added to European
GDP:

The cultural & creative sector contributed to 2.6% of
the EU GDP in 2003.


Growth:

The growth of the cultural & creative sector in Europe
from 1999 to 2003 was 12.3% higher than the growth
of the general economy.



In 2004, a minimum of 4.714 million people worked in the cultural & creative sector alone, equivalent to 2.5% of the active employed population in the EU25.


• An additional 1.171 million were employed in the sector of cultural tourism.
• The distribution by gender and age differs little between cultural employment and total employment.
• 46.8% of workers in the cultural sector have at least a university degree in comparison with 25.7% in total employment.
• The share of independent workers is more than twice as high in the cultural sector than that of total employment.
• The sector records 17% of temporary workers, compared with 13.3% in total employment.
• The share of part-time workers is higher than in total employment.
• The share of workers with side-jobs is much than in total employment.