domingo, 27 de julho de 2008

Live Nation pode rever os contratos 360

Depois da surpreendente e recente saída de Michael Cohl da Live Nation, visto ter sido uma das peças fundamentais para o crescimento da mesma ao longo dos últimos anos, os investidores de Wall Street começam a colocar em causa a rentabilidade do modelo de negócio assente em contratos 360º (ou seja, englobando todas as receitas que um artista pode obter). Esta posição, que agora apenas terá que ser liderada pelo CEO Michael Rapino poderá ter consequências sobre negócios futuros como os da Shakira e o dos Rolling Stones.
Mais uma vez, a história rapidamente nos dá lições sobre a incapacidade do Capitalismo fornecer modelos de negócio sectorial universais. Aqueles que rapidamente caêm no erro de apresentar a emergência de novos modelos de negócio como inevitáveis devem antes aprender com a História e em especial com as contradições do sistema capitalista global em que vivemos hoje.

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